Nas estruturas interrogativas de causa do inglês, “por que” (separado) é equivalente à forma “why” e ocorre, em geral, nos mesmos contextos.
Por exemplo:
- Por que você perdeu o início da aula?
- Why did you miss the beginning of class?
- Gostaria de saber por que você perdeu o início da aula.
- I would like to know why you missed the beginning of class.
- Esta é a razão por que eu perdi o início da aula.
- This is the reason why I missed the beginning of class.
- Você perdeu o início da aula e eu não sei por quê.
- You missed the beginning of class and I don’t know why.
Já “porque” (junto e sem acento) tem o mesmo significado de “because” e é usado, em geral, nos mesmos contextos.
Por exemplo:
- Eu perdi o início da aula porque perdi o ônibus.
- I missed the beginning of class because I missed the bus.
Se na hora de escrever você estiver em dúvida com relação ao uso dos porquês em inglês, use o tradutor gratuito do QuillBot
Read this FAQ: Como se diz porque ou por que em inglês?
Tanto descubra por que quanto descubra porque estão corretos, mas têm significados diferentes.
- Descubra, porque eu não vou ajudar você!
Nesse exemplo, “porque eu não vou ajudar você” serve de explicação para a sentença anterior, “descubra”. A oração pode ser parafraseada por:
- Como eu não vou poder ajudar você, terá que descobrir sozinho.
A outra opção também é possível:
- Descubra por que essa série faz tanto sucesso.
Mas, aqui, “por que essa série faz tanto sucesso” é o que deve ser descoberto. Essa sentença pode ser parafraseada por:
- Descubra por que motivo essa série faz tanto sucesso.
Entendeu a regra, mas não tem certeza se aplicou direitinho? O corretor de texto do QuillBot revisa o seu texto e aponta o que precisa de ajuste.
Read this FAQ: Descubra porque ou por que: qual é o correto?
Tanto não sei porque quanto não sei por que estão corretos, mas têm significados diferentes.
- Não sei, porque não estudei.
Nesse exemplo, “porque não estudei” serve de explicação para a sentença anterior, “não sei”. Ou seja, eu não ter estudado é o motivo de eu não saber.
- Não sei por que não estudei.
Já nesse exemplo, “por que não estudei” é o complemento do verbo “saber”. Ou seja, eu não sei por que motivo eu não estudei.
Quando ocorre no final da sentença, a única opção possível é “por quê”. Escreve-se separado, pois é sinônimo de “por que motivo” e com acento por vir no final da sentença.
Entendeu a regra, mas não tem certeza se aplicou direitinho? O corretor de texto do QuillBot revisa o seu texto e aponta o que precisa de ajuste.
Read this FAQ: Não sei porque ou por que: qual é o correto?
O termo correto é predicativo do sujeito, não predicado do sujeito.
Predicativo do sujeito é o termo que atribui uma característica ao sujeito por intermédio de um verbo de ligação.
Por exemplo:
Nessa sentença, “triste” é o predicativo do sujeito.
Se você tiver outras dúvidas sobre conceitos gramaticais, como predicado e predicativo do sujeito, pergunte ao Chat IA gratuito do QuillBot.
Read this FAQ: É predicado do sujeito ou predicativo do sujeito?
O predicado verbo-nominal é a estrutura em que o predicativo do objeto está inserido.
O predicado verbo-nominal é composto por dois núcleos: um verbo e uma expressão nominal. Ele pode ter as seguintes estruturas:
Exemplo: Ela leu o livro emocionada.
- Verbo transitivo + expressão nominal (predicativo do objeto)
Exemplo: Eles esperavam um resultado favorável.
Exemplo: Felipe chegou exausto.
O predicativo do objeto é um dos núcleos possíveis do predicado verbo-nominal.
Se você quiser estudar mais sobre o predicativo do objeto, use o gerador de texto IA do QuillBot para criar frases e identificar as estruturas na prática.
Read this FAQ: Qual é a relação entre predicativo do objeto e predicado verbo-nominal?
A forma correta é predicado verbo-nominal, com hífen.
O uso do hífen ocorre porque “verbo-nominal” é um adjetivo composto em que os elementos constituem uma unidade de significado, enquanto cada um mantém seu acento próprio.
O termo predicado verbo nominal não está correto.
Sempre que tiver dúvidas sobre o uso de hífen, use o corretor de texto gratuito do QuillBot.
Read this FAQ: O correto é predicado verbo nominal ou predicado verbo-nominal?
O verbo de ligação é o elo entre o sujeito e o predicativo do sujeito em um predicado nominal.
Por exemplo:
Nessa sentença, “médica” é o predicativo do sujeito, que modifica “Helena” por intermédio do verbo de ligação “ser”.
- O futuro parece incerto.
- Ele está triste.
- Elas tornaram-se grandes atletas.
- O portão permaneceu fechado.
- Os preços continuam muito altos.
Se conceitos gramaticais como predicativo do sujeito ainda parecem difíceis de compreender, converse com o Chat IA do QuillBot e tire suas dúvidas.
Read this FAQ: Qual é a relação entre verbo de ligação e predicativo do sujeito?
Estas são algumas frases com sujeito composto:
- Você e ele precisam conversar.
- Nem o computador nem o celular estavam funcionando.
- Os pais, os alunos e os professores devem estar presentes.
- Helena ou Juliana vai ganhar a olimpíada de matemática.
- É evidente que você estuda e que se dedica.
- Agrada Maria que ele chegue cedo e prepare o café.
- Eu e Pedro gostamos de jogar futebol.
- Estudar durante o dia e trabalhar durante a noite é exaustivo.
Em alguns casos, a concordância de plural com o sujeito composto pode ser facultativa. Para não errar, use o corretor de texto gratuito do QuillBot.
Read this FAQ: Quais são algumas frases com sujeito composto?
Os tipos de sujeito são: simples, composto, expresso, oculto, indeterminado e inexistente.
Exemplos:
Sujeito simples (apenas um núcleo)
- Maria foi a primeira a chegar.
Sujeito composto (pelo menos dois núcleos)
- Maria e Carla foram as primeiras a chegar.
Sujeito expresso
- Eles falaram muito sobre o novo projeto.
Sujeito oculto (não está expresso, mas pode ser identificado)
- Eles estão felizes. Falaram muito sobre o novo projeto.
Sujeito indeterminado (não está expresso e não pode ser identificado)
- Disseram que você gosta de poesia..
Sujeito inexistente (ou oração sem sujeito)
Para saber mais sobre os tipos de sujeito, converse com o Chat IA do QuillBot.
Read this FAQ: Quais são os tipos de sujeito?
A oração sem sujeito, ou com sujeito inexistente, é uma estrutura em que o conteúdo do verbo não é atribuído a ninguém. Ou seja, não há um ser que desempenhe ou experiencie o que é expresso pelo verbo. Não há sujeito.
As orações sem sujeito ocorrem sempre com um verbo impessoal flexionado na terceira pessoa do singular.
Exemplos:
Verbo “haver” como sinônimo de “existir”, de “acontecer” ou de tempo decorrido
- Nesta rua, há dois supermercados.
- Houve algo muito estranho naquela tarde.
- Estava esperando havia muitas horas.
Verbos “fazer”, “passar” e “ser” com referência a tempo
- Faz dois anos que moro nesta casa.
- Já passou das onze horas da manhã.
- É hora de acordar.
Verbos que expressam fenômenos da natureza
- Amanheceu antes do esperado.
- Choveu durante a noite.
- Ventava muito naquela cidade.
Para garantir a conjugação correta dos verbos impessoais em uma oração sem sujeito, use o corretor de texto do QuillBot.
Read this FAQ: O que é oração sem sujeito?